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Pesquisa institucional 2020 - Resultado Técnico/a-administrativo

Dados da pesquisa institucional TAEA pesquisa institucional com o segmento das/os técnicos/as administrativos/as em educação (TAE) do IFBA teve um formato diferente do realizado com docentes e estudantes. Considerando que a carreira das/os TAE é marcada pela pluralidade profissional e de área de atuação, optou-se por um formato em que haveria duas seções: uma para os TAE que atuam em setores do Acadêmico (Departamentos de Ensino/acadêmico, CORES, GRA, Equipe técnico-pedagógico, bibliotecas, etc.) e do Administrativo (Departamento Administrativo, Almoxarifado, Patrimônio, Tecnologia da Informação, Orçamento, etc.) e Tecnologia da Informação. Esta foi uma das formas para buscar contemplar as diferentes formações existentes entre os/as técnicos/as, apesar de sabermos das limitações nesta divisão proposta.

Entre as/os TAE, participaram 321 pessoas, com participação de 21 campi e reitoria. O único campus que não teve participação registrada foi Ubaitaba. Considerando o levantamento disponível no âmbito da reitoria, há no IFBA 1.075 técnicos/as, tivemos a resposta de 29,8% do universo institucional desse segmento. Apesar da amostra significativa, vê-se que mais de 70% não foram alcançados/as pela pesquisa institucional. 50,8% dos/as respondentes estão lotados/as em órgãos ligados ao acadêmico, 41,4% vinculados/as aos setores administrativos e 7,8% da área de Tecnologia da Informação.

Dos/as técnicos/as identificados/as como do setor acadêmico na pesquisa, 38% são da equipe multidisciplinar pedagógica, seguido por 16,6% das CORES/GRA e 15,3% das bibliotecas, com os demais setores dividindo o restante da porcentagem. No caso dos/as TAE do setor administrativo, 48,1% estão ligados/as ao Departamento Administrativo/Administração Pública, seguindo em segundo lugar por 14,6% daqueles que estão em setores de Tecnologia da Informação.

A respeito do contexto de isolamento social, os/as TAE responderam em maioria que apesar de preocupados/as com o cenário da pandemia, estão otimistas de que o quadro será revertido, no total de 58,3% dos/as servidores/as dos setores acadêmicos e 55,7% dos setores administrativos/tecnologia da informação. Entre as principais tarefas desempenhadas após suspensão das atividades, predominam entre os/as TAE os estudos e trabalhos de ordem acadêmica e as atividades domésticas. Mas há também um dado expressivo daqueles/as que se dividem com o cuidado de filhos/as e/ou parentes idosos, respectivamente 50,9% dos/as acadêmicos e 60,8% dos/as administrativos.

A maioria dos/as TAE que participou da pesquisa informou ter acesso a internet e aparelhos tecnológicos, caso houvesse necessidade de implementar trabalho remoto para educação a distância ou para atividades remotas. Entre aqueles/as do setor acadêmico, 84% possuem conexão de banda larga e 54% disseram ter aparelhos que consideram suficientes para atuar a distância ou online. No caso dos/as TAE dos setores administrativos, 90,5% possuem internet fixa de banda larga e 63,9% afirmaram possuir os aparelhos e as ferramentas necessárias para trabalho remoto.

A formação e a experiência dos/as técnicos/as do IFBA com atividades não presenciais e/ou educação a distância são ainda pequenas, de acordo com as respostas apresentadas na pesquisa institucional. 70,5% daqueles/as do âmbito acadêmico e 58,9% da área administrativa informaram nunca ter feito cursos de capacitação para atuar remotamente. Há, no entanto, interesse de realizar cursos que possam qualificar a atuação na modalidade de trabalho remoto, conforme a resposta de 49,7% dos/as TAE acadêmicos/as e 58,9% dos/as TAE administrativos/as. No que tange à experiência em educação a distância, 80,4% dos TAE acadêmico informaram nunca ter atuado nessa modalidade.

Os/as técnicos/as dividiram o quantitativo de suas respostas no que se refere ao uso frequente de ambiente virtuais de aprendizagem. A maioria deles, isto é, 33,1%, informou utilizar os ambientes virtuais do IFBA com frequência, mas 30,1% disseram raramente fazer uso e outros/as 20,9% disseram nunca ter utilizado para atividades pedagógicas ou administrativas.

Os/as técnicos/as da área acadêmica responderam questões específicas sobre condições estruturais para realizar atividades não presenciais online e/ou educação a distância no âmbito do IFBA. Nesse sentido, na questão a respeito da disposição e da habilidade para atuar em atividades e/ou atendimentos a distância pelo IFBA, 42,3% disseram-se dispostos/as e ter habilidades e/ou capacidade técnica para atuar em atividades remotas neste contexto de pandemia. 30,1% afirmaram estar dispostos/as, mas ter limitações físicas, materiais e/ou emocionais, e 21,5% têm disposição, mas não possuem habilidades para lidar com as ferramentas tecnológicas e digitais.

Para 59,5% dos/as TAE do setor acadêmico, o uso de ferramentas digitais e tecnológicas em atividades não presenciais e/ou educação a distância substituem com dificuldade e insuficiência a atividade presencial. Em contraste, 25,8% disseram não substituir.

A respeito do acompanhamento pedagógico e psicossocial, 60,1% disseram que o IFBA tem apenas condições parciais de realizar atendimentos e atividades por meio não presenciais. Especificamente sobre tecnologias assistivas, 39,9% dos/das TAE afirmaram que o IFBA não possui recursos tecnológicos e digitais para garantir a inclusão, a permanência e o êxito de estudantes com Necessidades Educacionais Específicas. Outros/as 34,4% dizem que a Instituição tem tecnologia em parte, mas que há a necessidade de aperfeiçoá-las.