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Sistema de energia solar completa três anos de implantação no Campus Salvador

por Henrique Soares publicado: 20/12/2019 16h50, última modificação: 20/12/2019 17h49

Aniversários são sempre momentos de celebração e o campus Salvador do Instituto Federal da Bahia não poderia deixar de lembrar dos três anos, completados em dezembro, do início da geração de energia solar fotovoltaica no campus. 

O sistema foi adquirido com recursos do edital do Ministério da Educação (MEC-SEMTEC) Prêmio Ideia, conquistao em 2015 e implantado em dezembro de 2016. O valor investido foi cerca de R$ 1,5 milhão de reais no sistema fotovoltaico e no eólico, também presente no campus.  

No sistema fotovoltaico, a capacidade instalada é de 165 kWp (quilo-watt pico), gerando em torno de 245 mil kWh/ano (quilo-watt hora), o equivalente ao consumo de 80 famílias. Em três anos foram geradas em torno de 737 mil kWh, proporcionando uma economia de 274 mil reais. Com a atual demanda de energia, o sistema produz 20% das necessidades do campus.  

A implantação das ações do Plano de Gestão da Energia Elétrica, no segundo semestre de 2019, foram economizados até novembro mais de 200 mil reais na conta prevista para 2019. O Plano de Gestão de Energia Elétrica adota ações para reduzir o consumo de energia.

O professor Armando Tanimoto explica que o sistema fotovoltaico funciona através de placas solares de policristalino, localizadas nos telhados dos pavilhões da unidade acadêmica, além do "carport", que são estruturas que servem de cobertura em algumas vagas do estacionamento. “Eles injetam a energia diretamente na rede do campus. [Existindo] algum excedente, retorna para o sistema da Coelba que depois é abatido da nossa conta.”

Tanimoto cita que a Reitoria deve realizar novos investimentos para reduzir ainda mais os gastos de energia. “Há intenção de tornar a instituição capaz de gerar sua própria energia ao longo de 2020” (ver reportagem publicada).

Ele conta que foi através da Comissão Interna de Sustentabilidade Ambiental (Cisa) que “conseguimos reunir e criar um fórum de discussão, que teve o apoio da direção geral do campus e ao longo desses últimos sete anos (2013 até hoje). Através de editais com recursos financeiros e bolsistas, conseguimos desenvolver não só a parte de energia, como outros temas, como água, resíduos, educação ambiental, qualidade do ar, telemetria, entre outros”, conclui.

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