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Professores do IFBA se destacam em “Hackathon” da Fiocruz

publicado: 19/05/2020 14h50, última modificação: 19/05/2020 14h51

Um novo tipo de problema requer um novo tipo de solução. Pensando nisso, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou um edital convocando pesquisadores de todo o Brasil para que contribuíssem com os chamados “desafios” – proposições sobre problemas gerados pela pandemia. Os desafios selecionados foram encarados à distância numa maratona de três dias, durante o último fim de semana: o “Hackathon”  .

Dois professores do campus Simões Filho do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Ramon Luz e Juanice Andrade, contribuíram com desafios para serem enfrentados pelos cerca de 600 hackers participantes (gente de todas as idades, mas basicamente estudantes e pesquisadores da internet). Não há premiação, mas depois da classificação esperam-se desdobramentos.

O professor de eletrônica, Ramon Luz, lançou o desafio da “Triagem Inteligente”, que tem como finalidade desafogar as salas de espera de hospitais e unidades de saúde. Para tanto, ele sugere a instalação de totens de auto-atendimento semelhante aos que se encontram em bancos e outros estabelecimentos comerciais. “Com o surto, as unidades de saúde estão superlotadas e muita gente nem precisava estar ali. É como um pré-encaminhamento, antes da pessoa chegar à recepção do hospital”, explicou.

Já a professora de matemática, Juanice Andrade, lançou um desafio para solucionar uma situação de alto risco de contágio entre a camada mais vulnerável da sociedade: “Resolver o problema das filas dos bancos”, disse, “esse foi o meu desafio. Se os hackers conseguirem resolver alguns desses problemas sugeridos, vamos pelo menos estar contribuindo de alguma forma”, concluiu.

  

Por Helio Rocha - Comunicação – Campus Simões Filho