IFBA pode alcançar autossuficiência energética já em 2020
O Instituto Federal da Bahia pode vir a se tornar autossuficiente em geração de energia elétrica a partir do próximo ano. O IFBA pretende ampliar a capacidade instalada dos atuais 450 kw para 3.190 kw mediante a implantação de 152 usinas fotovoltaicas de 18kw de potência, que serão distribuídas em 25 unidades do IFBA espalhadas pelo Estado.
Para tanto, o Instituto protocolou nesta terça-feira 19, junto à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setep/MEC) Termo de Execução Descentralizada (TED) no valor de R$ 11.183.916,80 para contratação de empresa especializada para “elaboração dos projetos básico e executivo, com fornecimento de materiais e equipamentos, construção, montagem e colocação em operação , realização de testes, pré-operação e todas as demais operações necessárias”.
“É um investimento alto, mas compensador, que se paga em menos de três anos”, calcula o reitor Pró Tempore Renato da Anunciação Filho.
No período entre novembro de 2018 a outubro de 2019, as despesas com o pagamento de energia elétrica somaram R$ 5,4 milhões, o que corresponde a 8,6% de todo o orçamento de funcionamento anual do Instituto, que no exercício atual foi de R$ 75 milhões.
Uma vez implantadas as novas usinas, serão incorporadas às já existentes n o sistema de compensação para abater o valor correspondente ao consumo. Só não será possível ‘zerar a conta’ porque uma parcela dessas despesas refere-se à demanda contratada, que não permite abatimento. A demanda contratada depende do perfil de cada unidade, mas em média alcança 20% do total despendido pelo Instituto com energia elétrica. Ainda assim, o investimento representaria uma economia da ordem de R$ 4,3 milhões anuais.
Atualmente, a Reitoria e outros 14 campi do IFBA já dispõem de usinas fotovoltaicas. As maiores são as do campus Salvador, com 165km, e a de Lauro de Freitas, com 70kw.
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No período entre novembro de 2018 a outubro de 2019, as despesas com o pagamento de energia elétrica somaram R$ 5,4 milhões, o que corresponde a 8,6% de todo o orçamento de funcionamento anual do Instituto, que no exercício atual foi de R$ 75 milhões.
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