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Diretor Geral do IFBA Eunápolis foi empossado

Notas e comunicados no período eleitoral Eunápolis

publicado: 14/01/2020 08h08, última modificação: 14/01/2020 08h08

A gestão 2020/2023  do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) começou oficialmente na sexta-feira (10/01) com uma cerimônia que deu posse a 16 diretores gerais de campi e cinco pró-reitores e aconteceu no auditório da Reitoria do IFBA, em Salvador.

Os diretores gerais eleitos foram apresentados ao público por meio de um resumo do currículo e de suas intenções

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Fabíolo Amaral. Foto: André Almeida
para o cargo, bem como assinaram o termo de posse junto com Magnífica Reitora Luzia Matos Mota. Eles entram em atuação nas cidades de Barreiras,  Brumado,  Camaçari,  Eunápolis,  Ilhéus, Irecê, Jacobina, Jequié, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Santo Amaro, Seabra, Simões Filho, Valença e Vitória da Conquista.

Na última semana, antes de iniciar sua nova gestão, Fabíolo Moraes Amaral, reeleito com 70,926% dos votos de estudantes e servidores docentes e técnicos-administrativos para a Direção Geral do IFBA Eunápolis, falou a respeito das expectativas para o período 2020/2023 “O cenário atual que estamos acompanhando nos permite afirmar que teremos muitos obstáculos nesse novo ciclo que se inicia, porém, com o apoio dos servidores, alunos, colaboradores terceirizados e pais de alunos enfrentaremos juntos todas as dificuldades e com certeza melhoraremos ainda mais nossos indicadores permitindo que mais alunos ingressem na nossa instituição e tenham êxito durante sua formação”.

 

Luzia Mota. Foto: André Almeida

No seu discurso, Luzia Mota, destacou que “Assumo o cargo de reitora do Instituto Federal da Bahia com muito orgulho e, sobretudo, consciente da responsabilidade e distinção que recebi da comunidade acadêmica e da sociedade. Não me sinto intimidada com a tarefa que estamos assumindo aqui e nem me intimida a incerteza de uma conjuntura adversa, diria mesmo perversa. Não estarei sozinha e confio plenamente nos movimentos organizados de estudantes, de servidores e da sociedade na defesa do IFBA”.

Como projeto de ação ainda complementou: “Não formamos mão de obra para o mercado. Formamos a classe trabalhadora desse país que convive diariamente com as contradições entre o capital e o trabalho”.

 

 

 

 

Com informações da Dgcom