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Mesa redonda “Suicídio: quebrando tabus” foi realizada no IFBA Eunápolis

Notícias campus Eunápolis 2017

publicado: 12/06/2017 09h17, última modificação: 12/06/2017 09h17

Conscientizar sobre o tema do suicídio foi o principal foi objetivo das atividades realizadas pela Comissão de Prevenção ao Uso de Drogas do IFBA Eunápolis no último dia 07. Para informar de forma responsável sobre o assunto foram promovidas a mesa redonda “Suicídio: quebrando tabus” e a I mostra fotográfica “Dispositivos existenciais de cuidado em saúde mental: percepções fotográficas” com a participação dos estudantes do modulo 4 do curso técnico em enfermagem do campus.

Mesa redonda sobre suicídio ifba Eunápolis 2017Durante a mesa redonda, a temática foi analisada sob diferentes perspectivas: como o motivo de se evitar falar sobre o assunto, como a sociedade aborda a questão etc. A professora Laís Lira ressaltou a relevância de promover esse tipo de discussão no ambiente educacional “É preciso difundir, falar sobre, essa necessidade de se falar sobre o tema para que cada vez mais a gente consiga identificar esses sujeitos com ideação suicida e, infelizmente, a gente tem visto isso cada vez mais cedo com crianças e adolescentes e aí poder intervir da forma correta”. 

IMG_20170607_093412239.jpgEsse tipo de atividade também garante uma formação mais plural para os alunos de enfermagem e a integração com outras áreas de ensino do instituto. O exemplo disso  foi a  I mostra fotográfica “Dispositivos existenciais de cuidado em saúde mental: percepções fotográficas”, resultado da união entre a área de língua portuguesa, a psicologia e a enfermagem na assistência em Saúde Mental, com as professoras Nayla Rodrighero, Lívia Dodds e Laís Lira ”Trabalhar a questão da saúde mental é bem mais que se discutir sobre doenças mentais é se trabalhar a questão de acolhimento, de formação de vínculo de estreitamento das relações porque só assim a gente vai conseguir promoção de saúde com qualidade de vida, como a mesa trouxe a cura é bem mais que a ausência de doenças” pontuou a docente.

Para Wellington Rodrigues Junior, estudante de enfermagem, que participou da promoção do evento, essa é uma lição que vai ficar para o futuro “Ajuda a humanizar o trabalho com certeza e mostra que não devemos fazer distinção de pessoas independente de patologia, independente de situação. Nos dá um norte para no futuro aprender a lidar entendendo o indivíduo que é usuário do CAPS e que sofre transtorno mental, um olhar diferente para um assunto que é tão atual que é o suicídio”

O telefone para entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) é o 141. 

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