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Histórico

por Simone Lopes publicado 07/03/2017 10h52, última modificação 17/05/2017 10h34

A história da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica começou em 1909, quando o então Presidente da República, Nilo Peçanha, criou 19 escolas de Aprendizes e Artífices que, mais tarde, deram origem aos Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Cefets).

A Escola de Aprendizes e Artífices de Salvador inicialmente foi instalada no centro da cidade. Em 1926 foi transferida para o bairro do Barbalho e, em 1942, passou a ser denominada Escola Técnica de Salvador.

A Escola Técnica de Salvador foi incorporada à Rede Federal em 1965, através de Lei 4.759, e passou a ser chamada de Escola Técnica Federal da Bahia. No governo do presidente Itamar Franco, através da Lei 8.711/1993, Art.1º, houve a incorporação do Centro de Educação Tecnológica da Bahia, criado por Lei em 1976, pela ETFBA, passando este a ser chamado de Cefet-Bahia.

Em 2005, durante a gestão do presidente Luís Inácio Lula da Silva, foi lançado o plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. O processo foi coordenado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC), com previsão de construir 64 novas unidades.

O presidente da República sancionou, no dia 29 de dezembro de 2008, a Lei nº 11.892, que criou 38 Institutos Federais e instituiu a Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia no país. A partir daí foi pensada a criação do IFBA. Em 2011, o campus Jequié foi inaugurado para ser incluído no processo de expansão do novo Instituto.

Situado na região sudeste da Bahia, no Território de Identidade do Médio Rio das Contas, Jequié está a 365 km da capital Salvador. Com uma população estimada em 161.880 habitantes (2016), segundo dados do IBGE, Jequié ocupa 2.969,034 km² em uma importante microrregião rica na agricultura, mineração, indústria, pecuária e comércio.

Famosa pelo apelido de Cidade Sol, por suas altas temperaturas durante boa parte do ano, Jequié possui ainda uma grande riqueza natural. Encravada entre três biomas, mata atlântica, caatinga e mata de cipó, a Cidade Sol está rodeada de montanhas de onde brotam uma das águas mais doces e puras da Bahia, que ajudam no abastecimento humano e na produção de energia hidroelétrica.

A cultura sertaneja de Jequié contrasta com seu potencial de desenvolvimento industrial, que também ajuda a estimular o comércio que abastece toda região. E é na indústria que a maior parte dos profissionais formados no IFBA Campus Jequié encontram espaço para concretizar a realização profissional.

Atualmente, o campus Jequié oferece os cursos técnicos em eletromecânica e informática, nas formas integrada e subsequente. Existem estudos e projetos em desenvolvimento para a criação de novos cursos, inclusive de nível superior.

O IFBA acompanha o desenvolvimento regional e busca através da educação profissional a sustentabilidade econômica e social nas regiões onde o Instituto está inserido.

foto: Zenilton Meira

 

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