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Tecnologia Assistiva é tema de trabalhos interdisciplinares no curso de ADS

Notícias campus Eunápolis 2017

publicado: 08/06/2018 11h52, última modificação: 08/06/2018 11h52

Entre os dias 21 e 23 de maio, os estudantes do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) do

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Apresentação de trabalhos interdisciplinares curso de ADS
IFBA Eunápolis apresentaram seus trabalhos interdisciplinares com a temática da Tecnologia Assistiva. A iniciativa acontece semestralmente desde 2014 e envolve todos os discentes de ADS e professores de diversas áreas.

O docente Leandro Costa, coordenador do curso, explicou o processo “Cada ano é escolhido um tema para os projetos interdisciplinares e esses projetos envolvem os conhecimentos, procedimentos, atitudes, competências e habilidades adquiridos pelos estudantes até a fase que se encontra no curso. Sob coordenação dos professores, os projetos possibilitam ao graduando visualizar a inter-relação entre todas as disciplinas estudadas e o vínculo com problemas que poderão ser encontrados em sua futura profissão”.

A Tecnologia Assistiva, mote do ano dos projetos interdisciplinares, é definida pela Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência como “ uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”.

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Apresentação de trabalhos interdisciplinares curso de ADS
Com esse objetivo os alunos desenvolveram projetos que envolvem diversos aspectos da vida da pessoa com necessidades específicas, desde o aprendizado de música até a procura por uma colocação no mercado de trabalho. Caso do grupo de Marcos Henrique Ribeiro “O nosso projeto se chama Priori Vagas é um aplicativo que está em fase de confecção, hoje temos uma página web que satisfaz a funcionalidade do produto, ele usa um mapa para idosos e deficientes na cidade e mostra possíveis rotas para localização dessas vagas (para idosos e pessoas com deficiência) porque não encontramos outros recursos que pudessem estabelecer essa acessibilidade”, explicou o estudante.

Outra concepção da tecnologia foi o desenvolvimento de óculos que ajudem pessoas com dificuldades visuais ou cegas a encontrar objetos ou rotas a partir do reconhecimento do ambiente, a ideia é da equipe de Saulo Lacerda e para ele essa atividade é essencial não só para formação profissional “Eu acho que ela acrescenta e muito não só por uma questão acadêmica, mas pessoal enquanto cidadão, pois você acaba se colocando na visão do outro, de quem tem alguma necessidade específica e vendo o que ele pode passar acaba tendo ideias para melhorar a vida dele pois pessoas que têm alguma deficiência sofrem bastante por falta de acessibilidade”.